Ressentimento

Sim, você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquele namorado, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos, do seu chefe, dos seus colegas, dos amigos, dos críticos...

Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu.

Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento. Nunca mais. Se você está, ainda hoje, sentindo essa decepção, essa tristeza, essa mágoa com outra pessoa, então você está ressentido, com ela. Veja com atenção o significado da palavra ressentimento:

RE-SENTIMENTO: Sentir novamente; Sentir infinitamente, para alguns.

Qual a razão de usar sua mente e seu coração para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções?

Sentir coisas ruins novamente não tem absolutamente nenhuma função, exceto prender você ao passado e tornar você uma eterna vítima de alguém que nem mesmo está tentando prejudicar você mais.

Ao guardar qualquer ressentimento você está se acorrentando a alguém que lhe fez mal, mesmo que essa pessoa não queira mais isso.

Você está re-sentindo a dor que só existe em sua memória.

A outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por seu ressentimento. Mas você será.

Você desperdiçará momentos únicos das suas vinte e quatro horas para pegar o punhal que alguém usou contra você há semanas, meses, anos ou décadas atrás e, acredite ou não, você mesmo estará se apunhalando dia-após-dia, com seu re-sentimento.

Se o caso for tão grave que tenha que ser resolvido em tribunais, deixe advogados cuidando disso e se concentre em sua vida e sua felicidade.
Não caia na armadilha do ressentimento. Viva o momento que estiver vivendo. Esqueça as coisas ruins do passado. Ele não existe mais.

E, se mesmo com toda a lógica do mundo, você ainda estiver "sentindo re-sentimento" e mágoa de alguém, lembre-se do que disse William Shakespeare: "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra".

Voce é especial.

Fonte: email recebido de um amigo, atribuído a "André Luiz".

Por que eu odeio a religião

O Pr. Mark Driscoll fala da diferença entre a religião e a redenção. Sensacional!


O segredo do sucesso

O segredo do sucesso está em conduzir a vida de acordo com o plano e projeto que Deus tem para cada um de nós.

Sucesso não é fama, não é dinheiro. Sucesso é vida aprovada por Deus. Cada um de nós foi destinado a cumprir um projeto de Deus. Ninguém poderá fazer aquilo que só compete a nós fazermos. Somos como um navio cujo leme poderá ser guiado por Deus, pelas circunstâncias, pelo mundo ou por nosso bel-prazer.

Quando Deus não está no leme, encalhamos. Se Deus está no leme, seguimos na direção certa: sempre seguros e com a garantia de chegar ao destino almejado, mesmo enfrentando as tormentas e tempestades que certamente virão.

Só conheceremos o projeto especial de Deus para a nossa vida se conhecermos a Deus. Só conheceremos a Deus por meio da Sua Palavra. Só conheceremos a Palavra se a estudarmos, lermos e meditarmos diariamente nela.

À medida que aprendemos a Palavra, não podemos ter outra atitude que falar dela sempre, e viver consoante aos seus princípios. Vivendo por suas diretrizes, cumprimos a vontade de Deus, nos conduzimos prudentemente e com sabedoria. Uma vida assim, certamente será bem sucedida.

A Palavra descortina Deus. Deus revela a vida e desvenda os segredos: os segredos do sucesso.


Salmo 128

1 - Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos.

2 - Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem.

3 - A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa.

4 - Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR.

5 - O SENHOR te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida.

6 - E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.

Ronaldo Fenômeno: Vaidade de vaidades, tudo é vaidade



Alan Brizotti
"Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1. 2)

A melhor tradução para esse desabafo do Pregador seria: "tudo é ilusão; névoa de nada". Eclesiastes é a expressão clássica do tédio profundo, a anatomia do absurdo, a fotografia do vazio. É o olhar que enxerga na vida o que fica oculto sob pesada maquiagem. É o gosto amargo que se disfarça no açúcar desvairado da poesia.

Jean-Paul Sartre, em seu livro "A Náusea" define bem esse sentimento na fala de um personagem: "O domingo que passou deixou um gosto de cinzas. (...) O vento traz de longe o barulho de uma sirene. (...) Eu, vago sozinho pela cidade vazia, como uma tropa de um homem só". Névoa, nada, ilusório, transitório, inútil... Isso é a vida sem disfarces.

"Perdi para o meu corpo". Essa foi a frase de Ronaldo. Gênio da bola que aposentou-se em meio a um turbilhão de sensações. Fotógrafos, jornalistas, emissoras de tv do mundo inteiro acotovelando-se em busca de registrar o inevitável: a gente perde para o corpo! O nome disso é: tempo! Eclesiastes capítulo três disseca bem essa quimera. O tempo é implacável. Ele joga mais do que qualquer Ronaldo...

Quando assisti a entrevista do "Fenômeno", observei cuidadosamente a mistura de sensações: lágrimas, sorrisos, flashes, silêncio, explicações... Tentativas pífias de driblar o óbvio: perdemos para o tempo. Apelidamos essa batalha perdida com vários eufemismos: aposentadoria, tempo para refletir, descanso merecido, férias... Dói saber que o tempo rasga a página da história em que nossos nomes envelhecem. Pálidos, tomamos a frente em arrogância infantil: "resolvi parar". Será?

Uma certeza tenho: o Eclesiastes é meu. Fala pra mim. Abala minhas bases. Perco para o meu corpo. Perco para o Tempo. Perco porque perdas fazem parte essencial da pedagogia da vida. O fim de uns é o começo de outros. O ciclo da existência passa pela estação do renascimento. Não tenho a ilusão de durar para sempre. As cortinas que se abrem, também se fecham.

Uma chave é virada na fechadura da história: durmo "fenômeno" num dia, acordo "ex" no outro. Às vezes, domingos ganham o sabor nervoso da segunda-feira.

"Vaidade de vaidades, tudo é vã-idade".


Vislumbres de um Criador

O elefante é o único animal cujas pernas dianteiras se dobram para a frente. Por que? Porque de outra forma seria difícil para esse animal levantar-se, por causa do seu peso.
Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras? Quem orienta esses animais para que ajam dessa maneira?

Deus. Esse mesmo Deus que coloca um punhado de argila no coração da terra, e, através da ação do fogo transforma-a em formosa ametista de alto valor. Esse mesmo Deus que coloca certa quantidade de carvão nas entranhas do solo, e, mediante a combinação do fogo e a pressão dos montes e das rochas, transforma esse carvão em resplandecente
diamante, que vai fulgurar na coroa dos reis ou no diadema dos poderosos!

Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os patos e gansos aos 28, o ganso silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias? Por que a diferença entre um período e outro é sempre de sete dias?

Porque o Criador sabe como deve regular a natureza e jamais comete engano. Ele determinou que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na calma como na tormenta. Aquele que nos criou pode também nos dirigir. Somente aquele que fez o cérebro e o coração pode guiá-los com êxito para um alvo útil.

A insondável sabedoria divina revela-se ainda nas coisas que poucos notam: A melancia tem número par de franjas. A laranja possui número par de gomos.A espiga de milho tem número par de fileiras de grãos. 0 cacho de bananas tem, na última fila, número par de bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira tem número par, a seguinte terá número ímpar.

A ciência moderna descobriu que todos os grãos das espigas são em número par, e é admirável que Jesus, ao se referir aos grãos, tenha mencionado exatamente números pares: 30, 60, e 100. (1) Pela sua maravilhosa sabedoria e graça, é assim que o Senhor determina à vida que cumpra os propósitos e os planos dele. Somente a vida sob o cuidado divino está a salvo de contratempos.

Outro mistério que a ciência ainda não descobriu: Enormes árvores, pesando milhares de quilos, apoiadas em apenas poucos centímetros de raízes. Ninguém até agora conseguiu descobrir esse princípio de sustentação a fim de aplicá-lo em edifícios e pontes.
Mas há maravilha ainda maior. 0 Criador toma o oxigênio e o hidrogênio, ambos sem cheiro, sem sabor e sem cor,e os combina com o carvão, que é insolúvel, negro e sem gosto. 0 resultada porém, é o alvo e doce açúcar.

Esses são apenas alguns vislumbres de um Deus sábio e amoroso.Esse mesmo Deus que realiza tais maravilha no mundo que ele criou, pode também efetuar em nós um milagre ainda muito maior. Ele pode dar-nos um novo nascimento, fazendo novas todas as coisas.(2) Ele pode tomar nossa vida triste, inútil e insípida, e torná-la alegre, útil e plena de significado para a glória dele.

Portanto, não se desespere. Não importa quão grave seja a sua condição física, moral ou espiritual. O Senhor Jesus, que ontem e hoje é o mesmo, e o será para sempre"(3), só ele tem a última palavra.

Você pode experimentar um milagre! Tão somente creia nele, receba-o como seu único Senhor e Salvador, e coloque a sua vida nas mãos dele. A Bíblia diz:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna" (4)

Citações Bíblicas: (1) Marcos 4:8; (2) João 3:3; 2 Coríntios 5:17;
(3) Hebreus 13:8; (4) João 3:16

Fonte: Extraído de um texto de Abraão de Almeida

Deus conosco

Jesus é Deus conosco, Emanuel. O grande mistério de Deus ao se tornar humano é seu desejo de ser amado por nós. Ao se tornar uma criança vulnerável, completamente dependente de cuidado humano, Ele quer eliminar toda a distância entre o humano e o divino.

Quem pode ter medo de uma pequena criança que precisa ser alimentada, cuidada, ensinada e guiada? Normalmente falamos de Deus como o Deus onipotente, Todo-Poderoso, de quem dependemos totalmente.

Mas Ele quis se tornar o Deus não-onipotente, todo-vulnerável, que depende completamente de nós. Como podemos ter medo de um Deus que deseja ser "Deus conosco" e que nos tornemos "Nós-com-Deus"?

Henri Nouwen