"O SENHOR RESGATA A ALMA DE SEUS SERVOS, E DOS QUE NELE CONFIAM NENHUM SERÁ CONDENADO" SALMO 34:22
Não tenho tempo para odiar quem me odeia, brigar com quem não me entende, perseguir quem me persegue, caluniar quem me calunia. Sabe por quê? Porque me ocupo em amar ao próximo e orar para que Deus abençoe a todos. A vida é curta, evite as coisas fúteis e inúteis. Deixe Jesus te preencher e ame com seu amor.
Elogio certo

Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças.
Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.
A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.
Texto recebido por email.
Família – Ainda Uma Grande Idéia
Olá amigos, Shalom.
Após uma semana em que decisões nefastas foram tomadas no Supremo Tribunal, rebaixando a zero os valores e a moral da Família, reflitamos no texto abaixo, muito inspirado e escrito pelo amigo Pr. Luiz Fernando (http://ministerioforcaparaviver.blogspot.com/).
“E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada". Gn. 2:23
Alvin Tofller, um futurólogo, escreveu em O Choque do Futuro na década de 70, do século passado, que a família, como a conhecemos, sofreria pressões muito fortes, de tal maneira que se acomodaria em novos arranjos. Os casais se ajuntariam por um prazo de cinco anos e se não dessem certo dissolveriam a relação. Os filhos gerados ficariam ao encargo do estado que os encaminhariam para famílias estruturadas. Na década de 30, do mesmo século, o estado socialista tentou acabar com a família tradicional, pois, achava que era um componente do capitalismo, mas se viu obrigado a retroceder e afirmar o modelo tradicional familiar, pois, viu que os resultados não eram benéficos para a nação.
Tofler acertou quando disse que a família sofreria pressões. As diversas mídias, terapeutas, artistas e personalidades dentre outros, bombardeiam a família como se ela fosse o centro dos problemas sociais. A infidelidade conjugal e o divórcio são saudados como um processo libertador.
Mas mesmo assim ainda milhares de casais sobem aos altares de diversas igrejas e celebram o casamento e a constituição de uma nova família. Milhares de outros casais se esforçam com inteligência para que seus lares não venham a se desintegrar. Precisamos lembrar que a família tem sua origem em Deus. Deus, em Sua forma existencial, não é um ser solitário ou egoísta. Ele vive na mais perfeita comunhão com o Filho e o Espírito Santo. Assim sendo, o nosso modelo é o próprio Deus. Por mais que o homem lute contra este fato, ele ainda se impõe por si só. Família ainda é uma grande ideia. Ainda os filhos têm em seus pais os melhores modelos. O complemento do homem é a mulher e vice-versa. Ainda a família é o primeiro núcleo socializador para a criança. Ali é onde a criança aprende a respeitar as autoridades e adquirir valores duradouros para a vida.
Por termos um alto índice de divórcios, estamos vivendo, em parte, a desintegração social, quebra de valores e a banalização da vida. Deus quando idealizou a família sabia que era o melhor para a raça humana.
Quanto mais a família for bombardeada e desvalorizada mais veremos o mal crescer nas mais diversas formas. A pesquisa mostra que adolescentes que gozam da presença do pai iniciam a vida sexual mais tarde. Quando a família é valorizada os filhos sentem os resultados ao longo da vida, pois, serão mais confiantes, persistentes e equilibrados, menos propensos à depressão e saberão atuar com equanimidade diante das crises da vida. Precisamos ver a família como uma grande oportunidade de crescimento e cura. O fortalecimento e incentivo encontrados em uma família equilibrada geram crescimento pessoal e cura para muitas crises emocionais. No convívio do lar podemos adquirir princípios vencedores que nos auxiliarão nas tomadas de decisões.
Acredito que algumas posturas poderão ser assumidas pelos participantes de uma família:
Valorização pessoal - Valorize os seus para si mesmo e diante dos outros.
Menos crítica - Por que criticar se posso valorizar?
Bom senso diante das crises - Não procure encontrar culpados, mas procure as soluções.
Respeito - Podemos discordar de ideias, mas precisamos respeitar o ser humano.
Perdão - Precisamos dar e receber perdão. Isso traz cura para dentro do lar.
Misericórdia - Calçarmos o sapato do outro para tentar irmanar com sua dor ou crise.
Amor-"Quem não demonstra que ama, realmente não ama".W. Shakespeare
Lazer - Família que não têm lazer junto termina.
Culto Doméstico - Trazendo Deus para nossos lares.
Famílias bem estruturadas facilitam o trabalho do estado, fortificam a malha social e trazem equilíbrio pessoal.
Família – Ainda Uma Grande Ideia.
Soli Deo Glória
Pr. Luiz Fernando Ramos de Souza
Tudo por uma mamadeira!
Vejam o quanto este bebê nos ensina sobre isto. hahahaha
Gostei de ler
"Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas, sim, em você mesmo." Agostinho (354 – 430)
“Ai de vocês que transformam a casa de Deus em comércio. Vendem seus CDs, vendem seus falsos milagres, vendem suas falsas unções, vendem falsas promessas de prosperidade, enquanto na verdade só vocês têm prosperado. Como escaparão do juízo que há de vir?” Paul Washer é Diretor da Sociedade Missionária HeartCry
Ação Social dos Batistas de Houston - Texas
Muito bacana o trabalho da segunda igreja batista de Houston no Texas, Estados Unidos. A ação tradicional deles para a Páscoa este ano, além da proclamação, visava arrecadar tênis para os necessitados.
O flash mob chamado de “Dance Your Shoes Off” - algo como tire os seus sapatos dançando - foi executada em clima de aeróbica para completa surpresa dos frequentadores do parque. A música escolhida foi “Rise Up”, da cantora Lauren James Camey’s.
A SECOND.ORG , como ficaram conhecidos é muito ativa nos EUA e suas ações tem impacto nacional. Reparem que os tênis da galera são novos! Reparem também a alegria da celebração no semblante. A coisa se repetiu em muitas igrejas depois.
http://www.genizahvirtual.com/
